28 de março de 2016

A CRIAÇÃO DIVINA DA BUCETA



Depois de matar Cronos, libertar seus irmãos engolidos por ele e de uma terrível luta entre os Novos Deuses e  os Titãs, Zeus tornou-se o Senhor dos Céus, rei de todos os deuses, tomando para si, a deusa Hera como esposa.

Quando Hera com o corpo inflamado pelo desejo, consentiu-lhe a aproximação, Zeus pousou sua boca sobre o corpo divinal, levantou os cabelos e saboreou sua nuca. Deslizou pelo pescoço e deu voltas nos ombros, de uma extremidade a outra.

Notando que Hera estremecia a cada uma das suas investidas, Zeus com maior vontade ficava por fazê-la sucumbir a seus desejos de deus macho. Mordeu-lhe a orelha levemente e sussurrou aos ouvidos da deusa palavras obscenas. Desceu beijando-a por toda extensão das costas, acompanhando levemente com a língua, o caminho da espinha. Chegou à cintura e permaneceu por alguns momentos subindo e descendo aquele  perigoso despenhadeiro repleto de curvas. Virou-a de frente, beijou-a no ventre e lambeu-lhe o umbigo. Resolveu subir ao encontro dos seios e encontrou-os intumescidos pela excitação, qual frutas maduras prontas para serem devoradas. Segurando-os com suas mão fortes, mordiscou-lhe os bicos com os dentes fazendo-os crescerem e escurecerem como duas amoras doces, sugou-os e circulou-os com sua língua levemente.

Zeus, encarou a deusa fixamente, com um olhar de quem desejava devora-la até a alma e retomando o caminho por onde subira, continuou descendo. Beijou-lhe as virilhas e o púbis, depois ocupou-se das coxas, beijando-as calorosamente. Encorpado de malícia, afastou as pernas, segurando os calcanhares e antes de qualquer outra coisa, acariciou a pele alva e macia.

Tateando-as com os olhos fechados e imaginando o que haveria de achar pelo caminho, chegou ao lugar mais secreto daquele corpo divino, passou os dedos próximo onde as coxas formam um vértice, como que procurasse por um atalho na pele e pelo meio das coxas sedosas e seguindo os contornos, achou as nádegas geladas e macias.

Segurando-as, deu a elas o nome de "Bunda" e ergueu-a um pouco e, abrindo-as um pouco, espiou por entre elas. Notou que havia um pequeno orifício. Curioso enfiou nele o dedo indicador e logo ouviu a reação da deusa endedada:
_Uhuuuuuuuuuuuu!
Estupefato com a reação e surdo pelo desejo, achou que ouvira escapar da boca da deusa um "Cuuuuuuuuu", achando a palavra muito longa, resolveu batizar aquele pequeno furo simplesmente de "Cu".

O deus ainda insatisfeito, puxou Hera mais para perto, querendo provar mais um pouco do gosto da sua pele e trouxe-a ao alcance dos seus lábios divinos. Beijou novamente as virilhas,  deitou-a sobre o piso frio do Olimpo e dobrou-lhe as pernas, colocando os pés sobre seus ombros largos e fortes. Acariciou e beijou o interior das coxas, mas decepcionou-se, quando notou que tão belo corpo nada exibia entre as coxas. Estendeu a mão, pegou o seu punhal de ouro e imprimiu o fio, exatamente sobre o vértice, abrindo-lhe um desfiladeiro entre as pernas. Arqueou-se e permitiu que a língua percorresse toda a extensão do que chamou de "Sexo". Saboreando aquela parte umedecida, deliciosa como uma fruta suculenta, deu-lhe o nome de "Vulva".

Divertiu-se demoradamente, entre lambidas rápidas e vagarosas e notou um ponto que se entumescia e decidiu batizá-lo com o nome de "Clitóris", mas achando que a palavra era pomposa demais, que parecia-se com um broto, permitiu que o chamassem também de "Grelo". Soprou-lhe a vulva úmida e no mesmo instante, devido a força do sopro ela se abriu, mostrando-lhe que o corte fora profundo, mas o interior se mostrava quente e aveludado, para a posteridade, nomeou a cavidade de "vagina".
Mais beijos e lambidas,  Zeus afastou com os dedos a carne macia e deixou que sua língua a penetrasse. Com todo o cuidado afagou o clitóris, dando-lhe leves sugadas. Com uma pequena pressão e com todo cuidado, abriu espaço para que o dedo se aninhasse. Com a língua e o dedo, Zeus se deliciava: Entrava e saía, beijava, lambia e sugava. Sentia algumas contrações a envolver seu dedo. Juntou ao dedo, um outro, dedo para também fosse acariciado pela aquela cavidade, quente e úmida, de onde vertia um liquido delicioso.

Decidiu compartilhar tão divino sabor com Hera e deu-lhe os dedos à lamber, para que ela sentisse toda a doçura que o liquido possuía. Voltou com seus lábios aos lábios da deusa e novamente invadiu-a com seus dedos. Notou que ela estremecia, que se contorcia por todo o corpo e aumentou o ritmo dos dedos. Desejando provar tão saborosa fruta, desceu novamente ao interior das coxas da deusa, deliciou-se com aquele néctar saboroso, até que ela prendeu-lhe o rosto entre as pernas, puxou com as mãos a sua cabeça e implorou que não parasse.

Zeus, totalmente luxurioso, deu-lhe carícias devastadoras e logo ela, aos gritos e gemidos, derramou na sua boca, uma torrente divinal.
O deus achou aquilo tudo muito engraçado, para falar, achou mesmo gozado ver a deusa se contorcer e urrar daquele jeito e resolveu, como homenagem ao momento delirante, chamas aquele instante mágico de "gozada", mas também se alguém quisesse, poderia chamar de "Gozo" ou "Orgasmo"!

Estupefato com a criação daquelas entranhas excitantes, tinha que dar um nome à altura para aquele conjunto delicado, que se mostrava desejado e cobiçado pela linda vulva, dotada de um clitóris extremamente sensível e de uma cavidade acolhedora. Porém não conseguia encontrar um nome à contento. Pensou, pensou e repensou e veio-lhe à ideia:

_Doravante, esta minha criação, a qual cavei com meu punhal de ouro, que torna cobiçadas todas as mulheres, pois é bela, úmida, cheirosa, inebriante, tentadora e apetitosa, chamar-se-á... BUCETA!



Este texto delicioso, 
nos foi gentilmente cedido por 
H. Thiesen
amada amiga de longa data, 
e publicado em seu blog
   

21 de março de 2016

MINHA ALMA




Eu amo minha alma despojada

Minha doce alma submissa

Minha alma que espera.. espera.. espera..

Que espera quieta, subserviente e nua

Eu amo esta minha alma

Que de tão devassa e suja

Se torna pura


(Amar Yasmine em Setembro de 2005)




16 de março de 2016

O SER E O FAZER, UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE


O Crossdressing, em sua essência, não é uma prática que, por si, caracterize o BDSM, mas pode perfeitamente mesclar-se a este contexto como por exemplo o caso das sissies, ou da Feminização.
Sandra M. Lopes é uma amiga, crossdresser, lá de Além Mar. Gosto muito dela, de ler seus artigos, sempre muito descritivos e completos. Ontem vi, no Fórum Espartilho, em que ela é Conselheira, algumas discussões/opiniões sobre a forma como algumas CDs vivenciam este seu “way of life”.
Em comum o ato de estar “en femme”, mas a partir daí abre-se um imenso portfólio de visões e interpretações deste sentir-se mulher. Da simples e básica questão da indumentária, passando por outras formas do exercício da Feminilidade, até a questão da sexualidade propriamente dita, há uma enorme gama de situações.
É assim, analogamente, que entendo o fato de ser BDSM.
O subjetivismo é a marca que cada um de nós coloca naquilo que entende, ou faz, então há tantas interpretações do que é ser um BDSMer quanto o número de praticantes. Conviver com todo este universo não é diferente do viver em sociedade (falo do mundo baunilha), somos indivíduos, somos únicos e aquilo o que fazemos torna-se único.
Nem todo Top é igual, o mesmo aplica-se aos bottons, hedonistas, switchers, sissies, fetichistas etc.
Apesar de toda essa diversidade temos todos os nossos conceitos e nossas verdades, o que não significa ignorar, ou não respeitar as demais. Tem gente que é BDSM, tem gente que apenas pratica, há os que curtem algum fetiche... mas onde reside esta diferença? Para mim, D/s e BDSM são como sinônimos. O D/s é a alma do BDSM, mas há pessoas que não pensam desta forma. O cerne da questão, é que Um Lado Manda enquanto o outro obedece; e não se trata de brincar de obedecer, é obedecer mesmo. BDSM é coisa séria e como tal exige comprometimento.


Há muito de discussão se algum comportamento é, ou não, BDSM como no caso daquele Dominador gentil com uma escrava. Onde está escrito que o D/s exclui cavalheirismo e educação?
O poder não está na forma ríspida, ou militarizada, com que as palavras são ditas, a não ser no caso de algo em especial, como a Humilhação.
Lembro-me das palavras de minha Avó, quando discutia com o meu Avô, que era uma pessoa bem impaciente. Dizia ela: _ Fulano, leve-me até o inferno, mas com bons modos!
O caso de 50 Tons foi outra coisa que suscitou certa polêmica. Será que se não houvesse “encanto financeiro” as coisas seriam assim? Mesmo sem assistir ao filme na íntegra ficou-me a certeza de tudo muito certinho, um conto de fadas açucarado. Mesmo assim, respeito a qualquer opinião diferente.


Outros fatos do nosso cotidiano poderiam ser citados, mas isso viraria um Tear de Penélope. Seria mais fácil, ou menos trabalhoso, pensar no que não seria BDSM, como subverter a dinâmica D/s. Há quem mande e quem obedeça. Então, se houver uma ordem tipo “PEGA AQUELE FLOG E USA EM MIM!” e essa ordem for fielmente cumprida, o D/s acontece? Sim, e isto é BDSM, por mais estranho que possa parecer.
A violência doméstica, ou outra qualquer situação que nos remeta à ideia de covardia, opressão, coisa vil, consequentemente não pode ser considerada como BDSM. BDSM é, antes de tudo algo saudável, prazeroso, excitante e tentador. BDSM não é “non sense”.


Ser BDSM é uma questão de identidade; quem realmente é BDSM tem esta percepção. Você pode até estar afastado das atividades, ainda que por longo tempo, sem perder um mínimo desta identificação. Não se deixa de ser BDSM, prefiro dizer que quem se afasta está em estado de hibernação, mantém em si sempre aquela chama, ainda que apenas em brasa. Se houver um vento mais forte, ou alguém assoprar a Luz voltará a brilhar.



10 de março de 2016

A IMPORTÂNCIA DO CU


Antes de qualquer coisa, devemos agradecer aos primeiros homossexuais pela descoberta maravilhosa do Cu como fonte de prazeres, este buraquinho mágico que proporciona aos seus apreciadores intenso tesão, e agradecer também às mulheres que cultivam o hábito salutar do famoso “dar o Cu”.
Aos praticantes de BDSM, sejam eles homens ou mulheres, que desfrutam a prática saudável e prazerosa de transformar o Cu num tremendo parque de diversões, saibam que foder o Cu como demonstração de poder masculino, ou feminino, proporciona muitas mais deliciosas brincadeiras.

O Cu não serve apenas para satisfazer o prazer de ver uma mulher ou homem de quatro, pedindo a Deus para ser enrabado sem dó ou, piedade. Ele tem uma excelente capacidade de oferecer intensa diversão nas mais diversas práticas. Tanto na introdução de brinquedinhos de forma e tamanhos diversos, ou como depositários de líquidos para serem expelidos mais adiante, os chamados Enemas, como também para vivenciar os prazeres mais radicais como eletro-estimulação anal e, ainda, na utilização de aparelhagem médica para alargar o buraco ainda apertadinho.


O Cu tem a excelente capacidade de ser uma tremenda zona de lazer. É só deixar a imaginação fluir sem quaisquer limites que os prazeres serão inimagináveis. Ele tem também uma extraordinária facilidade de voltar ao seu tamanho normal, pois sua musculatura é bem elástica. Portanto, não temam que ele fique afrouxado definitivamente.

Para você que é principiante nesta arte, não se assuste e nem se culpe. Relaxe. É tudo uma questão cultural. Não há pecado algum em desfrutar todos os prazeres que o Cu oferece. Se solte, deixe-se ser explorado(a) e viva os prazeres que o Cu te permite e a sua (seu) parceira(o). Aqueles que pelos mais diversos motivos não gostam, ou sentem medo, aconselho que experimentem as brincadeiras radicais que Eu e minha cadelinha feliz praticamos e verão o que estão perdendo.


Para quem pensa que isto tudo é só sacanagem, 
saibam que o Cu também é cultura. 
Basta ler os versos de 
Adélia Prado:


Objeto de Amar 

De tal ordem é e tão precioso
o que devo dizer-lhes 
que não posso guardá-lo 
sem que me oprima a sensação de um roubo: 
Cu é lindo! 

Fazei o que puderdes com esta dádiva. 
Quanto a mim dou graças 
pelo que agora sei 
e, mais que perdoo, 
Eu amo.



8 de março de 2016

08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER - PARABÉNS PARA NÓS!



Foi aos seis ou sete anos, numa noite enquanto minha mãe escovava meu cabelo antes de me colocar na cama para dormir que, ao me olhar no espelho, tive pela primeira vez a consciência da minha natureza feminina. Foi como se participasse de uma cerimônia onde receberia um grande prêmio por algo grandioso que fizera. Meu peito se encheu de orgulho da minha existência e uma alegria delicada invadiu meu pequenino ser.

De imediato o grande mistério se fez presente. Daquele momento em diante, eu não era mais uma simples criança que obedecia o que os adultos determinavam e aceitava sem contestar o destino que me impunham. Não. Agora meus dias teriam outras cores. Seguiria por um caminho já traçado sim, mas pela natureza que preparava, meu corpo cuidadosamente para grandes missões.
De repente não tinha mais motivos pra me entristecer, eu era uma mulher... pequena, é verdade, mas um dia deixaria de ser uma menina e seria uma "grande" mulher... tinha muita certeza disso.

Uma tarde, logo depois do almoço, eu brincava no passeio com a criançada vizinha, quando parou do outro lado um automóvel grande e preto. Dele saíram o motorista, dois homens e uma mulher. A mulher e um dos homens entraram na casa em frente, onde o movimento era sempre agitado. Antes de passar pelo portão de entrada, o homem que ficou pra trás parou e olhou para onde eu estava com meus colegas. E ficou ali olhando por alguns instantes até atravessar a rua e vir até a mim. Parou à minha frente e me perguntou se eu queria ser seu mascote. Jamais tinha ouvido aquela palavra e ignorava seu significado, mas algo nele me estimulou a balançar a cabeça positivamente e a responder timidamente "Sim".

E eu peguei a mão estendida na minha direção e atravessamos a rua. Ele me segurando firme, e eu inebriada por seu perfume gostoso e encantada com a barba e o bigode grisalhos, me permitindo ser conduzida. Já nesta época, com pouco mais de oito anos, me considerava absurdamente feliz por ser mulher. Algo me dizia que esta alegria estava intimamente ligada ao fato de que existia um outro ser maravilhoso... o Homem. Na minha cabeça, a mulher, ser encantador, dotada infinitamente mais de qualidades do que de defeitos, existia sobretudo para dar alegria, prazer e fazer feliz o Homem.

Entramos na casa e fomos direto para uma sala. Sobre uma mesa grande, havia pilhas de fichas coloridas, alguns baralhos, dados e uma roleta. À volta da mesa estavam a mulher e o Homem que haviam saído do carro, mais dois homens e uma mulher que espantaram com a minha presença e quiseram saber do meu mais novo "amigo" o que eu fazia ali. Ele explicou em poucas palavras que eu seria seu mascote e ninguém perguntou mais nada. Ele se sentou à mesa e eu fiquei ali parada sem saber o que fazer. Então, ele me puxou pra si e fez com que eu me sentasse sobre sua coxa esquerda, como se estivesse montando um cavalo.

_Você tem um belo cabelo...  e não precisa ficar com vergonha, menina, se você fosse maior eu deixaria de ser seu amigo e me casaria com você._E virou-se para os amigos e completou sorridente:
_Quando enfim encontro a noiva ideal, não posso me casar com ela pois ela é nova demais para mim. Mas, eu te espero, querida e casamos assim que for possível.

Num instante eu estava apaixonada, aos oito anos, com um homem com cerca de 45. Continuei por todo o tempo do jogo sentada sobre sua perna. Vez por outra ele deslizava os dedos pelo meu cabelo longo até abaixo da cintura e me fazia estremecer. Outras vezes sua mão descansava na minha cintura de menina ainda sem curvas, mas, já, mesmo sem saber, sedenta de carinhos masculinos.

Começava a escurecer quando ouvi a voz da minha mãe me chamando e, contrariada, me apressei em ir embora. Uma dor muito fina, como uma fisgada, teimava em entrar e sair em mim e eu pensei que fosse por ter ficado muito tempo "montada" sobre a coxa daquele Homem. Cheguei em casa correndo, minha mãe me mandou tomar banho e me arrumar para o jantar. Obedeci, mas estava sem sono e, depois do banho, pedi para ir dormir. Na cama, nada entendi quando resolvi investigar e passei a ponta dos dedos onde doía a dor fina... eu estava encharcada e não sabia o porquê.

Não dormi direito aquela noite. O sono só me pegou muitas horas depois. Daquele dia em diante eu esperei que ele voltasse... mas, nunca mais vi aquele Homem e jamais o esqueci. Até hoje escuto sua voz falando aos amigos enquanto eu ía embora daquela casa:

_Vocês vivem dizendo pra eu me casar. Ok, Eu me caso se vocês encontrarem pra mim uma edição maiorzinha daquela menina. Juro que caso!

Naquela noite eu me tornei mulher em definitivo. Fisicamente, meu corpo infantil, jamais tocado continuava inocente. Minha mente, no entanto, já estava cheia de desejos. Eu nem sabia exatamente o que desejava, até então desconhecia o que acontecia entre um Homem e uma mulher. Mesmo assim, eu desejava.




08 de Março 
Dia Internacional da Mulher

Parabéns a todas as mulheres!

Parabéns! Parabéns! Parabéns!

Parabéns pra você e Parabéns pra mim!

Eu que adoro ser mulher e agradeço todos os dias da minha vida

porque vim ao mundo para servir ao Homem,

na pessoa do 

Senhor Werther von AY erschaffen

meu Dono e meu Amor!


{W_[amar yasmine]}



6 de março de 2016

POEMA BANAL - Saudade Impiedosa


                            Lembrar-me de Ti é o instante mágico
                            Em que me encontro comigo mesmo.
                            É exercício permanente de ternura.
                            É um exercício intenso e delicado
                            Onde contemplo Tua imagem
                            Forma absoluta do Amor e da Beleza.

                            Tu és a porta de luz ofuscante
                            Que escolhi para que minha vida possa entrar
                            És a janela de ternura onde contemplo a paisagem
                            Do doce passar dos meus dias

                           Sopre em meus ouvidos a canção de Teus dias
                           Fale com Tuas mãos na minha pele
                           São elas que conhecem cada letra da história do meu corpo
                           Cada dobra de mim, onde Te aguardo, Te guardo e Te escondo.

PDR - Pequenos Delitos Renovados
Em 30 de Outubro de 2012



Obrigada, PDR, 
por permitir que nossa página fosse abrilhantada 
pelo seu belíssimo poema